Do correspondente de “Despertai!” na Guatemala
PARA multidões de pessoas, a idéia de passarem um dia de agradável recreação à beira-mar é muitíssimo convidativa. Pode significar muito divertimento — nadar, tomar sol, empenhar-se em esportes e associar-se com amigos e entes queridos no ar fresco e livre, com o suavizante som da rebentação ao fundo. Em especial, no verão, a praia exerce poderosa atração.
Ao redor do mundo, as praias se alinham por milhares de quilômetros à beira dos oceanos, mares e lagos. Constituem locais de folguedo naturais, imaginados como sendo imutáveis, duradouros, quase permanente. Mas, para as pessoas observadoras que visitam a mesma praia, ano após ano, mudanças definidas se tornam patentes. A quantidade de areia na praia talvez flutue. Em alguns casos, mudanças radicais para melhor ou para pior podem ser notadas.
Ao usufruirmos as atrações da praia e observarmos suas transformações graduais, talvez algumas perguntas entrem em nossa mente. De onde veio toda essa areia? Por que algumas praias se tornaram tão vítimas da erosão, e outras praticamente desapareceram? Por que algumas faixas agradáveis são quase desnudadas de areia no inverno, apenas vindo a recobrar o suprimento nos meses do verão? As respostas a estas perguntas talvez nos surpreendam, em especial se, como a maioria das pessoas, nos inclinarmos a ver as praias em grande parte como coisas corriqueiras.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
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