DO CORRESPONDENTE DE DESPERTAI! NO CANADÁ
“ICEBERG bem à frente!”, grita o marujo, ansioso, do posto de observação. A tripulação na ponte de comando do navio reage imediatamente. A rotação dos motores é invertida para evitar a colisão. Mas é tarde demais. Há um rombo fatal a estibordo do navio.
Menos de três horas depois, o Atlântico Norte traga o maior transatlântico de luxo do mundo, na época. Em 15 de abril de 1912, apenas cinco dias após o início de sua viagem inaugural Europa—América do Norte, o Titanic vai parar no leito do oceano, quatro quilômetros abaixo da superfície. Cerca de 1.500 passageiros e a tripulação morrem no mar.
E o que sobrou do bloco de gelo maciço? Ficou praticamente incólume! Apenas a ponta colidiu com o Titanic. No dia seguinte, as equipes de resgate viram-no flutuando rumo ao sul, em direção a águas mais cálidas, como se nada tivesse acontecido. O desaparecimento do iceberg, seu derretimento gradual no vasto oceano, logo seria esquecido. O naufrágio do Titanic, porém, ainda é lembrado como uma traumática tragédia marítima.
Icebergs: são tão atraentes e majestosos, e ainda assim tão rígidos! Já os viu de perto e sentiu o efeito que eles exercem no homem e na natureza? Gostaria de saber por que e como eles se formam? E o que é feito para proteger as pessoas no mar de se depararem com um iceberg? (Veja o quadro “Patrulha Internacional das Águas Geladas”.)
terça-feira, 17 de agosto de 2010
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