A maioria dos rios e dos lagos por fim esvaziam suas águas nos mares e oceanos. Talvez pense que aqui, por fim, se acha uma reserva aquosa ampla demais para se achar em qualquer perigo real. Em realidade, os oceanos e mares da terra também estão sendo rapidamente poluídos, tornando-se o depósito de lixo final da humanidade.
Em dezembro último, a Organização Para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas convidou quatrocentos cientistas de quarenta nações marítimas para considerarem este problema. Os cientistas ali expressaram-se alarmados com o Mar Mediterrâneo. Não só os dejetos humanos sujam as praias “de Tel Aviv a Trieste”, disseram, mas o poder auto-purificador do mar não mais consegue enfrentar o volume de poluição lançada nele. Tais cientistas concordaram: “O Mediterrâneo corre em direção à poluição completa.” O Mar Báltico não se acha em melhor situação.
Durante 1970, o explorador Thor Heyerdahl e sua tripulação fizeram uma viagem através do Oceano Atlântico num barco de papiro. Ficaram atônitos com o que viram no meio do oceano. Enormes áreas estavam cobertas com grandes massas de óleo, espumas, lodo, e poluição líquida. Certos dias, relutaram em banhar-se porque o oceano estava tão sujo.
Segundo U. S. News & World Report, certos especialistas no meio ambiente avisam, por conseguinte, que “a menos que os governos se movimentem com rapidez para impedir a poluição, os oceanos do mundo ficarão tão mortos quanto o Lago Erie, por volta de 1980”.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
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