● O PEIXE DOTADO DE BEXIGA NATATÓRIA. Muitos peixes possuem bexigas natatórias cheias de gás. Quando os peixes descem, a pressão da água comprime o gás e reduz o tamanho da bexiga natatória. Se o peixe sobe, a pressão da água diminui, o gás se expande e a bexiga aumenta. Quando muda o tamanho da bexiga, também muda o tamanho do peixe. Assim, quando ele desce, a pressão aumentada reduz seu volume, o que significa que aumenta sua densidade média, e isto reduz sua flutuabilidade. Quando ele sobe, seu volume aumenta, o que reduz sua densidade média, e isto eleva sua flutuabilidade. Assim, a bexiga natatória funciona para manter a densidade do peixe igual à densidade da água do mar em sua volta, habilitando o peixe a flutuar em qualquer profundidade. Mas, não é sempre assim tão simples. A uma profundidade de 6.500 pés, a pressão comprimiu o volume da bexiga a apenas 1/200 de seu volume na superfície, o gás dentro dela é 200 vezes mais denso, e a flutuabilidade quase que desapareceu. Todavia, os peixes pairam, sem mover-se, ao dobro dessa profundidade, o gás existente em suas bexigas natatórias exercendo a pressão de mais de 7.000 libras por polegada quadrada para compensar a pressão do mar! Todavia, como é que retêm a flutuabilidade? Mui lentamente, podem acrescentar gás às bexigas natatórias, à medida que vão mais fundo, e reabsorvê-lo ao ascenderem. Mas, como é que os peixes nas profundezas podem acrescentar gás às bexigas quando a pressão dentro delas já é tão elevada? Não existe resposta. O mecanismo desta bomba de gás ainda constitui um enigma.
“Suas qualidades invisíveis são claramente vistas desde a criação do mundo em diante, porque são percebidas por meio das coisas feitas, mesmo seu sempiterno poder e Divindade.” (Romanos 1:20) Por certo, a sabedoria de Deus, voltada para um objetivo, é revelada nestes animais marinhos dotados de flutuabilidade.
sábado, 22 de maio de 2010
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